Hoje estou com sono

quinta-feira, 9 de julho de 2009

(…) O verdadeiro não se define nem por uma conformidade ou uma forma comum, nem por uma correspondência entre as duas formas. Há disjunção entre falar e ver, entre o visível e o enunciável: “aquilo que se vê não se aloja nunca naquilo que se diz”, e reciprocamente. A conjunção é impossível a um duplo título: o enunciado tem o seu próprio objecto correlativo, e não é uma proposição que designaria um estado de coisas ou um objecto visível, como o desejaria a lógica; mas o visível também não é um sentido mudo, um significado de potência que se actualizaria na linguagem, como o desejaria a fenomenologia. (…)


Estou realmente com sono, mas sei que se eu me deitar pra tentar dormir, vou ficar até altas horas assistindo TV. Esse final de semana tem muita coisa pra se fazer, se eu pudesse eu me dividiria em 4, mas como isso não é possível, então vou a um compromisso de cada vez. "A vida sempre haverá de ser uma escolha: ao se pretender um caminho, outro terá de ser deixado. Os rios seguem somente um curso e desembocam, cada qual, em seu mar..."


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